julho 08, 2009

Poema da definição e fuga

Em branco

É cura

É farol na tempestade

Destroços no acidente

Porto com isenção fiscal

Não preciso de desculpas

Pra aportar aqui.

 

Da ignorância, da miséria

Da solidão, da tristeza

Do esquecimento, da angústia

Do medo, da culpa

Do passado, pra tudo há escapatória.

Do teu amor,não há.

 

11 comentários:

~*Rebeca e Jota Cê *~ disse...

Deixou bem definido onde o sentimento está, acima de todos os outros... e é assim que deveria ser sempre!

E se damos carinhos é porque recebemos esse mesmo carinho. Então está tudo em casa!

Abraço e até.

Jota Cê

Dora disse...

Há coisas que suprimem outras em intensidade e em força. O amor é assim, irresistível. Me pergunto se é possível escapar alguma vez de algo assim tão intenso...
Cheiro grande ^^

~*Rebeca e Jota Cê *~ disse...

Fern,

E com esse papoco a tristeza véia foi simbora...ahahaha.

Beijo grande, menina linda.

Rebeca

-

Anônimo disse...

Medo da Chuva
Raul Seixas

Composição: Paulo Coelho / Raul Seixas

É pena que você pense
Que eu sou seu escravo
Dizendo que eu sou seu marido
E não posso partir

Como as pedras imóveis na praia
Eu fico ao teu lado
Sem saber dos amores que a vida me trouxe
E eu não pude viver

Eu não posso entender tanta gente
Aceitando a mentira
De que os sonhos desfazem aquilo
Que o padre falou

Porque quando eu jurei meu amor
Eu traí a mim mesmo
Hoje eu sei que ninguém nesse mundo
É feliz tendo amado uma vez

Uma vez eu perdi o meu medo
O meu medo, o meu medo
O meu medo da chuva
Pois a chuva voltando pra terra traz coisas do ar

Aprendi o segredo, o segredo
O segredo da vida
Vendo as pedras que choram sozinhas
No mesmo lugar

Nouveau disse...

Todo Amor que Houver Nessa Vida
Cazuza
Composição: Frejat/ Cazuza

Eu quero a sorte de um amor tranqüilo
Com sabor de fruta mordida
Nós na batida, no embalo da rede
Matando a sede na saliva

Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum trocado pra dar garantia

E ser artista no nosso convívio
Pelo inferno e céu de todo dia
Pra poesia que a gente não vive
Transformar o tédio em melodia

Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum veneno antimonotonia

E se eu achar a tua fonte escondida
Te alcanço em cheio, o mel e a ferida
E o corpo inteiro como um furacão
Boca, nuca, mão e a tua mente não

Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum remédio que me dê alegria

~*Rebeca e Jota Cê *~ disse...

O Néctar da Flor oferece um selo DIGA NÃO AO PLÁGIO! Somos originas, porque somos únicos. Cada ser um humano tem uma emoção individual. Por mais que as palavras e os pensamentos sejam parecidos, não temos o direito de pegar algo de alguém e dizer que é nosso. Não podemos trocar palavras e rasurar o sentir do próximo. Encontramos inspiração em alguém, na natureza, na vida, mas não temos o direito de copiar sentimentos. Inspiração é uma coisa, xerocar palavras alheias é outra.



Beijos jogados no ar, sempre!



[para pegar o selo clique na imagem]



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~*Rebeca e Jota Cê *~ disse...

Isso mesmo, Fern. Vamos arregaçar as mangas das palavras e lutar por elas.

Adoro e adoro esse seu carinho.

Beijo imenso.

Rebeca

-

Dora disse...

Oi, Fern! Só pra te desejar uma boa semaninha, viu??
Cheiro grande.

Adrielly Soares disse...

Mesmo que tivesse.
;D

Karina Lerner disse...

oi, querida! obrigada pelo comentário no meu blog. pois é, sou um tanto quanto exageradamente humana. hehe!

bom, todos somos, em maiores e menores graus, não?

bjs!

Anônimo disse...

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