setembro 10, 2007

Rotina

Tá virando rotineiro
O que me dizem por aí.
Se eu fosse tudo o que se diz
Jesus, o que seria de mim?

Meus versos, melancólicos.
O sorriso, vago.
O olhar, disperso.
O semblante, triste.

Ainda vem um,
dedo em riste!
Ofendido com a falta
das costumeiras gargalhadas.

Antigas gargalhadas.
Hoje, substituídas pela casmurrice
De ter um coração sem uso.

4 comentários:

Adrielly disse...

=~~

No começo sintomas típicos de paixxonite aguda,
No fim o coação sem uso falta de paixão.
Agora já acho que é paixão não correspondida.
Mas não importa, tudo tem a ver com a paixão mesmo.
A paixão pelo trabalho, pela música,
pela arte, pela poesia,
mas esse tipo de paixão não precisa
de correspondencia não é.
Ou ela já fica subentendida não sei.
Só sei que você me faz pensar coisas que eu nunca havia pensado.
=X


;*

Rodrigo de Souza Leão disse...

Obrigado pela visita ao meu blogue. Tbm moro no Rio. Gostei do seu blogue. Parabéns.

Lu Morena disse...

ué, eu não comentei esse? Tinha tanta certeza de que tinha comentado... Então, o que eu achei que tinha comentado era que essa poesia me lembrou a Martha Medeiros, de quem eu gosto muito!

Tinha mais, mas já não me lembro... Dps eu tento de novo!

Ah,
Adicionei vc no orkut!

Anônimo disse...

"Hoje, substituídas pela casmurrice
De ter um coração sem uso". - O que se faz de uma paixão sem um coração para amar? Gostei, mas deixa algo a desejar.

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Gaúcha de nascimento, carioca de coração. Advogada, escritora incubada e apaixonada por cultura.